segunda-feira, 8 de março de 2010
Dias sem pássaros
Dias sem pássaros, noites sem estrelas, sopro sem vida, vida sem sentido, sentidos esquecidos, na escuridão desta noite que ja sem estrelas nada tem a oferecer, nem mesmo o canto improvável do pássaro que já não existe. E o vento bate nesta face sem esperança, sem reação, já sem emoção. Apenas umas poucas lágrimas escorrem com a saudade nostálgica, e enquanto a brisa leva o tempo, e o tempo passa... e a vida passa... tudo passa... já não existem estrelas, nem noite, nem pássaros, nem dias... Tudo passa...
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